domingo, 29 de julho de 2012

Atualmente tenho seguido assim.. Passos lentos, olhos calmos e vista limpa. Tenho visto de tudo, inclusive aquelas coisas que meus olhos se negavam a ver por medo, ou talvez por pura inocência. A gente vai percebendo ao longo do caminho que essas raízes que nos prendem, esses laços que fazemos questão de manter, toda essa gente que passa diante dos nossos olhos, tudo isso nada mais é do que uma ventania fugaz  que como tudo na vida passa, adormece, murcha e morre junto com a gente.
Tenho sentido cores, falado amores e tocado cheiros que embalaram essa tão monótona rotina e que mesmo assim, se fizeram tão felizes no meu despertar. É o que se pode esperar dessa pouca vivência.. Muitas virtudes, muitos tropeços, muito aprendizado, pouco aviso e pouco desleixo... Apenas um desejo voraz de ter o mundo no meu quintal, e fazer dele a minha moradia. 




Desabafos de uma tarde de domingo  Vanessa M.



quarta-feira, 25 de julho de 2012

Então, depois de algum tempo você se sente pronto pra iniciar um novo ciclo. Novas experiências, novas pessoas, nova vida talvez. E com toda essa novidade quase sempre bate a insegurança, as dúvidas, aquela bendita pergunta '' Será que eu devo embarcar fundo ou me conter um pouco? '', sempre acontece. Comparo esse tipo de acontecimento como quando você abre o portão da sua casa.. Você sabe que a sua rua continua a mesma, mas tem sempre alguma coisinha que foi mudada, mesmo que seja um detalhe muito pequeno, mas houve a mudança. Tenho em mente que NADA É POR ACASO. Você não compra algo que não tenha sentido pra você, você não caminha sem um rumo certo, você não conhece alguém sem algum motivo.. De alguma forma todos esses encontros e até mesmo desencontros servem pra nos fortalecer. Um ensinamento ainda mais profundo pra alma, onde a nossa capacidade de amar é testada o tempo todo.